Xavier Manubens
Xavier Manubens
Dança
Dance
Performance
Performance
Espanha
Spain
Artista, coreógrafo e intérprete baseado em Barcelona. O seu trabalho move-se entre Site-Specific, Instalação e Dança, focando-se em como construir espaços performativos em locais não convencionais. Desde 2015, produz as suas próprias práticas de investigação, estando envolvido em projetos de Cuqui Jerez, Idoia Zabaleta e Aimar Pérez Galí. As suas práticas de investigação abordam os processos de transição e transformação usando corpos instalativos, objetos performativos e vinculando questões de arquitetura e género para produzir situações ambíguas e incertas. Mestre em Estudos Performativos e Cultura Visual (2014/15-ARTEA).
Artist, choreographer and performer based in Barcelona. His work moves between site-specific, installation and dance fields, focusing on how to build a performative space as non-conventional places. Since 2015 he has produced his own research practices and is involved in the projects of Cuqui Jerez, Idoia Zabaleta and Aimar Pérez Galí. His research practices address the processes of transition and transformation using installed bodies, performative objects, and linking architecture and gender issues to produce ambiguous and uncertain situations. He has an MA in performing arts and visual culture (2014/15-ARTEA).
Laboratório:
Laboratory:
Espetáculo:
Show:
Projeto
Symphony of the Seas
Project
Symphony of the Seas

Symphony of the Seas é um projeto de investigação artística que propõe uma interação entre a arquitetura específica do local e as plasticidades de género. Através da transformação de contextos e espaços, ligando arquitetura e relações corporais, propõe-se reconfigurar o que é visível. Esta prática explora a transformação do corpo e da sua imagem, deslocando questões de género e identidade para a produção do espaço em si.

Symphony of the Seas is an artistic research project that proposes an interaction between site-specific architecture and gender plasticities. Through the transformation of contexts and spaces, linking architecture and bodily relations, it proposes the reconfiguring of what is visible. This practice explores the transformation of the body and its image, displacing gender and identity issues in the production of the space itself.