laboratório
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Edição 2025
5ª Edição - 8 a 30 de Novembro 2025
A Performatividade da Amizade
A Performatividade da Amizade
O Laboratório Internacional de Criação realiza-se em paralelo ao festival permitindo facilitar espaços de troca entre artistas, diferentes práticas e pensamentos artísticos, possibilidades de relação entre as obras finalizadas, artistas em criação e o público.Nesta 5ª edição juntamos 11 artistas/criadores de diferentes origens (Portugal, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, Itália e Paraguai) e áreas artísticas (dança, performance, dramaturgia, cinema) seleccionados por um júri internacional. Este ano, desafiamos estes artistas a olhar a amizade como prática de liberdade, de responsabilidade e de criação do comum — um dos atos mais profundos de resistência e de cuidado com a vida. Ler Mais
No dia 8 de novembro, convidamos o público para um encontro informal entre todes, uma tarde a conhecer os seus projetos e no fim-de-semana de 22 e 23 de novembro acontece o Lab in Fest, dois dias de percurso pelos processos em criação, onde o público poderá assistir a performances, palestras e encontros que permitem entender quais as questões, dúvidas e investigações dos artistas em residência.
Nestas 3 semanas Coimbra transforma-se num tubo de ensaio de reflexão artística para estes onze artistas que vêm com propostas tão diferentes como questionamentos aos discursos dominantes, às feridas coloniais, às amizades transfronteiriças, às relações para lá das humanas, entre vida e morte, às proto-tradições, ao conceito de santidade, às danças da vida, à sensibilidade das cidades, ao agenciamento e mútua afetação dos corpos, às estruturas simbólicas que legitimam as desigualdades, à contenção como condição política e estética.
O laboratório é concebido como um campo de experimentação, aprendizagem e troca coletiva de conhecimentos e promove também um espaço de encontro e de intercâmbios. Inspirado no conceito de Zona Autónoma Temporária de Hakim Bey, existem momentos de trabalho coletivo - através de oficinas dadas por Carolina Campos e Antonio Tagliarini, acompanhamento de processos e sessões de feedback - e períodos de trabalho pessoal que permitem o desenvolvimento de de cada criação e investigação. Carolina Campos, coreógrafa, dramaturgista e teórica é a artista convidada a acompanhar e questionar individualmente com o seu olhar crítico os artistas participantes.Se se cruzarem com alguém, cumprimentem e façam dessa pessoa uma amiga.
arquivo, laboratório, práticas artísticas, 2025
Exposição Arquivo Laboratório Linha de Fuga 2024
14 a 29 Nov 2025
Ponto de Encontro do festival
processo artístico, laboratório, 2025
Lab in Fest | apresentações informais
23 e 24 de Nov 2025
Vários locais
oficina de práticas artísticas, laboratório, 2025
Práticas de Acompanhamento
10 a 14 de Nov 2025
Sala Polivalente da Casa Municipal da Cultura
workshop de dança, 2025
Um olhar sobre o ato criativo, entre o rigor e a liberdade
17 e 18 de Nov 2025
Convento São Francisco
Edição 2024
JUNTOS TEMOS MENOS MEDOS
Esta edição do laboratório internacional de criação artística junta em Coimbra 12 artistas de Portugal, Espanha, Suécia, Brasil, Chile, que nos trazem projetos que pretendem discutir com a cidade, seus pares e outras áreas sociais e humanas distintas formas de pensar e enfrentar os medos pessoais e sociais que nos rodeiam. No mundo contemporâneo, marcado por desafios sociais, políticos e económicos, enfrentar os medos tornou-se uma tarefa essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, um passo crucial em direção à transformação social. A necessidade de uma análise crítica da nossa sociedade e das suas estruturas de poder é essencial enquanto indivíduos, e acreditamos que só através de resistência coletiva conseguimos uma resposta eficaz às formas de dominação. E também acreditamos que a arte pode desafiar as normas sociais e criar espaços de resistência e transformação. De acordo com a teórica Bojana Kunst, ao expressar os nossos medos e preocupações por meio da arte, podemos criar um espaço para confrontar e superar essas emoções, ao mesmo tempo que construímos solidariedade e conexão com os outros.Neste laboratório desafiamos os artistas participantes a reconhecer e confrontar medos, mas também a criar um espaço para a transformação pessoal e social, usando a arte como um canal para gerar empoderamento e solidariedade e possibilitando a construção de um mundo mais compassivo e resiliente. Throughout the month of November, Linha de Fuga presents a program of shows, performances, conversations, and workshops that propose “Facing Fears” as a way to achieve a more harmonious and just society. After a pandemic that confined us to our homes, with a real fear of death, society is now facing its hangover, in a constant suspension of the future and a global anxiety crisis, with real fears: social and economic precariousness, climate crises, wars, fascism...
O laboratório foi concebido como espaço de criação mas também de troca, pensado como uma Zona Autónoma Temporária, segundo o conceito de Hakim Bey, com momentos de trabalho coletivo e períodos de trabalho pessoal. Esta metodologia permite, por um lado, o desenvolvimento de processos pessoais de criação e investigação, acompanhados por Gustavo Ciríaco, artista convidado para acompanhar e questionar individualmente os artistas e projetos seleccionados; mas também aproveitar a presença de outros artistas do festival para conversas individuais, assim como promover a interação com os seus pares.
No âmbito do laboratório teremos algumas atividades públicas que se partilham com a cidade. logo no seu início, os artistas participantes apresentam-se a si e aos seus projetos, haverá dois workshops que se abrem também à comunidade local e nacional: um laboratório desenvolvido por Gustavo Ciríaco, onde os participantes serão guiados por uma jornada de descoberta e reflexão em torno de suas práticas, explorando as possíveis conexões entre a intenção e o incidental, entre conflitos e resoluções e um workshop orientado por Paloma Calle onde os participantes mergulham nas profundezas da criação artística, utilizando as ferramentas da Terapia Gestalt como uma lente para examinar a obra de arte, o processo criativo e sua criadora e todas as dinâmicas relacionais entre pessoas. Integramos nas atividades do laboratório o lançamento do jornal Coreia, que temos vindo a acolher desde o seu número 6. Alguns destes artistas poderão querer apresentar os seus processos em trabalho, marcámos o fim-de-semana de 16 e 17 de Novembro para uma programação que se fará nos seus espaços de trabalho mas em que também convidamos os espetadores a assistir e a entrar no mundo artístico de todas as dúvidas e potenciais do processo de criação artística. Num grupo com tantas origens e backgrounds distintos, temos a certeza de que será um terreno fértil para o pensamento crítico e a exposição de sensibilidades entre todos. Estejam atentas, há muita coisa a acontecer durante Novembro!
apresentação + encontro
LAB in FEST | Os artistas apresentam-se
2 e 3 Nov 2024
Casa das Artes Bissaya Barreto
Oficina, práticas artísticas, comunidade,, emoções, conflito, arte, 2024
Laboratório “Entre o mistério e maestria - ordem, conflito e delírio”
4 a 8 Nov 2024
Sala Polivalente da Casa Municipal da Cultura
Publicação + Encontro, Apresentação de Jornal, Leituras Performáticas
Lançamento Jornal Coreia #11
11 Nov 2024
Sede do Festival e Laboratório 2024
Edição 2022
JUNTOS TEMOS MENOS MEDOS
O laboratório foi concebido como espaço de criação mas também de troca, pensado como uma Zona Autónoma Temporária, segundo o conceito de Hakim Bey, com momentos de trabalho coletivo e períodos de trabalho pessoal. Esta metodologia permite, por um lado, o desenvolvimento de processos pessoais de criação e investigação, acompanhados por Gustavo Ciríaco, artista convidado para acompanhar e questionar individualmente os artistas e projetos seleccionados; mas também aproveitar a presença de outros artistas do festival para conversas individuais, assim como promover a interação com os seus pares.
Esta edição do laboratório internacional de criação artística junta em Coimbra 12 artistas de Portugal, Espanha, Suécia, Brasil, Chile, que nos trazem projetos que pretendem discutir com a cidade, seus pares e outras áreas sociais e humanas distintas formas de pensar e enfrentar os medos pessoais e sociais que nos rodeiam. No mundo contemporâneo, marcado por desafios sociais, políticos e económicos, enfrentar os medos tornou-se uma tarefa essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, um passo crucial em direção à transformação social. A necessidade de uma análise crítica da nossa sociedade e das suas estruturas de poder é essencial enquanto indivíduos, e acreditamos que só através de resistência coletiva conseguimos uma resposta eficaz às formas de dominação. E também acreditamos que a arte pode desafiar as normas sociais e criar espaços de resistência e transformação. De acordo com a teórica Bojana Kunst, ao expressar os nossos medos e preocupações por meio da arte, podemos criar um espaço para confrontar e superar essas emoções, ao mesmo tempo que construímos solidariedade e conexão com os outros.Neste laboratório desafiamos os artistas participantes a reconhecer e confrontar medos, mas também a criar um espaço para a transformação pessoal e social, usando a arte como um canal para gerar empoderamento e solidariedade e possibilitando a construção de um mundo mais compassivo e resiliente. Throughout the month of November, Linha de Fuga presents a program of shows, performances, conversations, and workshops that propose “Facing Fears” as a way to achieve a more harmonious and just society. After a pandemic that confined us to our homes, with a real fear of death, society is now facing its hangover, in a constant suspension of the future and a global anxiety crisis, with real fears: social and economic precariousness, climate crises, wars, fascism...
No âmbito do laboratório teremos algumas atividades públicas que se partilham com a cidade. logo no seu início, os artistas participantes apresentam-se a si e aos seus projetos, haverá dois workshops que se abrem também à comunidade local e nacional: um laboratório desenvolvido por Gustavo Ciríaco, onde os participantes serão guiados por uma jornada de descoberta e reflexão em torno de suas práticas, explorando as possíveis conexões entre a intenção e o incidental, entre conflitos e resoluções e um workshop orientado por Paloma Calle onde os participantes mergulham nas profundezas da criação artística, utilizando as ferramentas da Terapia Gestalt como uma lente para examinar a obra de arte, o processo criativo e sua criadora e todas as dinâmicas relacionais entre pessoas. Integramos nas atividades do laboratório o lançamento do jornal Coreia, que temos vindo a acolher desde o seu número 6. Alguns destes artistas poderão querer apresentar os seus processos em trabalho, marcámos o fim-de-semana de 16 e 17 de Novembro para uma programação que se fará nos seus espaços de trabalho mas em que também convidamos os espetadores a assistir e a entrar no mundo artístico de todas as dúvidas e potenciais do processo de criação artística. Num grupo com tantas origens e backgrounds distintos, temos a certeza de que será um terreno fértil para o pensamento crítico e a exposição de sensibilidades entre todos. Estejam atentas, há muita coisa a acontecer durante Novembro!
festival
Lab In Fest
1, 2, 5 Out 2022
TEUC, Centro Cultural Penedo da Saudade, CAPC Sereira, Rádio Baixa
Workshop de dança
Workshop de Tecno-somática
7 Out
TEUC - Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra
Edição 2020
Concebido como um campo de experimentação, aprendizagem e partilha de conhecimento coletivo, Linha de Fuga é um laboratório e festival internacional que promove o encontro entre criadores, artistas e pensadores de diferentes origens e a cidade de Coimbra. Devido à pandemia Covid-19, a segunda edição, prevista para junho, foi adiada e decorre entre 12 de setembro e 4 de outubro de 2020.
28 artistas nacionais e estrangeiros, dos quais 11 foram convidados para facilitar oficinas e apresentar os espetáculos que constituem a programação do Festival. Em alguns casos, esses espetáculo são criados localmente, com os artistas do Laboratório e com a comunidade local. E num permanente apelo à participação, Linha de Fuga incluirá ainda conversas, sessões de crítica e apresentações de processos, em itinerários diversos por vários espaços da cidade.
Constituído sobre as ideias de coletivo efémero, Linha de Fuga terá momentos de trabalho coletivo, onde os participantes do Laboratório poderão confrontar e desenvolver os seus projetos artísticos em relação com as práticas presentes, e em períodos de trabalho individual, em sessões de feedbacks, podendo convidar a cidade a acompanhar os seus processos. Dois dos artistas do Laboratório irão documentar o Linha de Fuga a partir de uma perspectiva subjetiva e crítica, devolvendo à sociedade a sua visão sobre o encontro e as práticas de transmissão de conhecimento aí desenvolvidas.
A DEMOCRACIA
Nesta edição do Linha de Fuga queremos repensar o conceito de democracia, tendo em conta as tendências políticas atuais no mundo e, muito especialmente depois da Covid-19, contexto que colocou a democracia em suspenso em muitos países. , considerando que uma sociedade democrática deve aceitar a diferença e não normatizar a vida social por uma maioria definida, devendo respeitar o anónimo, o excluído, a minoria sem nome. Tal como diz o filósofo José Gil, «o medo impede certas forças de se exprimirem, inibe, retira e separa o indivíduo do seu território, retrai o espaço do corpo, estilhaça coesões de grupo – tudo isto com efeitos mediatos e imediatos nos processos de produção económica, social, artística, de pensamento».
Em territórios classificados como periféricos, esta situação é mais evidente quando a construção da imagem de si é de extrema importância para o indivíduo, onde a pressão social de caber numa maioria hegemónica faz esquecer a importância de pensar o espaço comum, o que deve pertencer a todos.Nesta edição, desafiamos a pensar a importância do anonimato, da desistência do ego, do centralismo, do protagonismo. Propomos pensar a importância do espaço público para a construção do bem comum: o espaço da democracia.O que fazemos, enquanto cidadãos, para diminuir as desigualdades existentes na sociedade? O que podem os artistas fazer? Estas são algumas perguntas que queremos praticar durante todo o Linha de Fuga.
A Democracia pode ser um conceito gasto pelos vícios sociais, económicos e culturais do mundo em que existimos (existíamos) — tendo (agora ainda mais) consciência de que é necessário repensar a sociedade e a forma como todos vivemos e cuidamos uns dos outros — , mas a Democracia é também o alicerce de toda a nossa liberdade e de toda a nossa possibilidade de crescer como indivíduos.
Nesta edição do Linha de Fuga queremos repensar o conceito de democracia, tendo em conta as tendências políticas atuais no mundo e, muito especialmente depois da Covid-19, contexto que colocou a democracia em suspenso em muitos países. , considerando que uma sociedade democrática deve aceitar a diferença e não normatizar a vida social por uma maioria definida, devendo respeitar o anónimo, o excluído, a minoria sem nome. Tal como diz o filósofo José Gil, «o medo impede certas forças de se exprimirem, inibe, retira e separa o indivíduo do seu território, retrai o espaço do corpo, estilhaça coesões de grupo – tudo isto com efeitos mediatos e imediatos nos processos de produção económica, social, artística, de pensamento».
Em territórios classificados como periféricos, esta situação é mais evidente quando a construção da imagem de si é de extrema importância para o indivíduo, onde a pressão social de caber numa maioria hegemónica faz esquecer a importância de pensar o espaço comum, o que deve pertencer a todos.Nesta edição, desafiamos a pensar a importância do anonimato, da desistência do ego, do centralismo, do protagonismo. Propomos pensar a importância do espaço público para a construção do bem comum: o espaço da democracia.O que fazemos, enquanto cidadãos, para diminuir as desigualdades existentes na sociedade? O que podem os artistas fazer? Estas são algumas perguntas que queremos praticar durante todo o Linha de Fuga.
A Democracia pode ser um conceito gasto pelos vícios sociais, económicos e culturais do mundo em que existimos (existíamos) — tendo (agora ainda mais) consciência de que é necessário repensar a sociedade e a forma como todos vivemos e cuidamos uns dos outros — , mas a Democracia é também o alicerce de toda a nossa liberdade e de toda a nossa possibilidade de crescer como indivíduos.
Laboratório, Oficina de criação, Performance, Dança, Artes Visuais,
Oficina de Criação "Città Aperta"
13 a 18 set 2020
Convento São Francisco
Laboratório, Oficina de Criação, Teatro, Música, Performance,Espanha, Itália
Oficina de Criação "Fiestas Invisibles"
14 a 25 set 2020
Convento São Francisco - Sala PEMP
Oficina, Música, Poesia, Portugal
Oficina de práticas artísticas "A Escuta como Alavanca"
14 a 16 set 2020
Salão Brazil
Oficina de Criação, Teatro
Oficina de Criação "Speed Date"
19 set a 1 out 2020
Oficina Municipal do Teatro, Conservatório de Música de Coimbra
Laboratório, Música
As canções que cantamos contra os muros que limpamos
21 a 25 set
Ateneu de Coimbra
Laboratório, Dança, Oficina, Portugal
Oficina de Dança "Flores"
30 set a 2 out 2020
Teatro Académico de Gil Vicente
Edição 2018
Programa disponível aqui.
