Carolina Costa Andrade
Carolina Costa Andrade
Teatro documental
Documentary Theater
Portugal
Portugal
© DR

Vive e trabalha em Coimbra, no entanto é natural de Oliveira do Hospital, cidade na sombra da Serra. Lá, teve o seu primeiro contacto com teatro, em oficinas extracurriculares. Licenciou-se em Teatro e Educação pela Escola Superior de Educação de Coimbra, tendo aqui desenvolvido competências fundamentais como trabalhadora de teatro. Usa o seu nome completo, porque como feminista afincada que é, prioriza a igualdade em tudo.

Em 2021 ingressa no mestrado em Estudos do Teatro, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Trabalhou com nomes como Pedro Lamas, Francisca Moreira, Mário Montenegro, António Fonseca, Joana Ferrajão, Laetitia Morais e Cristina Francisco – pessoas responsáveis por vários campos fundamentais no teatro como a encenação, produção, dramaturgia, vídeo, limpeza - pede para que se mencione outra vez a questão da igualdade, toda a gente é importante no teatro.

Dirigiu e escreveu trabalhos próprios: “Mary ou Maria” (2023), uma produção para Cem Palcos, “Dono de Quê? Ou Uma Reclamação pelo Espaço Público” (2024), uma coprodução do Teatro Experimental Kagadal e da Rádio Universidade de Coimbra, “Uma Agenda por Cumprir"", uma produção Estrutura Baldia (2026).

Trabalha, desde 2022, na Companhia de Teatro Marionet, onde desempenha funções como atriz, dramaturga, produtora, figurinista, comunicadora e aprendiz de feiticeira. Depois de nove meses de muita ansiedade pariu a Estrutura Baldia, coletivo que dirige com outros pares. Vive os seus loucos vintes, e sabe menos do que aquilo que gostaria.

She lives and works in Coimbra, though she was born in Oliveira do Hospital, a town in the shadow of the mountains. It was there, through extracurricular workshops, that she first encountered theatre. She graduated in Theatre and Education from the Coimbra School of Education, where she developed many of the skills that have shaped her as a theatre practitioner. She uses her full name because, as a committed feminist, she places equality at the centre of everything she does.

In 2021, she began a Master’s degree in Theatre Studies at the School of Arts and Humanities of the University of Lisbon. She has worked with artists and professionals such as Pedro Lamas, Francisca Moreira, Mário Montenegro, António Fonseca, Joana Ferrajão, Laetitia Morais and Cristina Francisco—people responsible for many of the essential areas of theatre, including directing, production, dramaturgy, video, and cleaning. Equality matters here too: everyone is important in theatre.

She has directed and written her own works, including Mary ou Maria (2023), produced by Cem Palcos; Dono de Quê? Ou Uma Reclamação pelo Espaço Público (2024), a co-production by Teatro Experimental Kagadal and Rádio Universidade de Coimbra; and Uma Agenda por Cumprir (2026), produced by Estrutura Baldia.

Since 2022, she has worked with Marionet Theatre Company, taking on roles as actor, dramaturg, producer, costume designer, communications officer, and apprentice witch. After nine months of considerable anxiety, she gave birth to Estrutura Baldia, a collective she co-directs alongside fellow artists. She is living through the madness of her twenties and knows less than she would like to.

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