Mariana Ferreira
Mariana Ferreira
Teatro
Theatre
Dramaturgia
dramaturgy
Intérprete
Portugal
Portugal
Mariana Ferreira iniciou o seu percurso teatral em Coimbra, no TEUC - Teatro de Estudantes da Universidade de Coimbra - em 2007, onde permaneceu até 2012. Em 2015 finalizou a Licenciatura em Teatro – Actores - na Escola Superior de Teatro e Cinema com o espectáculo Os Condenados, sob direcção de Carlos Pessoa, no Teatro Nacional D. Maria II. Trabalhou com Bouchra Ouizguen, Rogério de Carvalho, Nuno Pino Custódio, Ricardo Correia, Ricardo Vaz Trindade, Monica Calle, entre outros, e também com os projetos coletivos. Em 2015, dirigiu o seu primeiro espectáculo, Musgo e Urze, n’ Os Amigos do Minho. Destaca: O trabalho de actriz em é possível respirar debaixo de água de Mário Coelho (Manteigaria, 2016); A integração do elenco de Rifar Meu Coração, dirigido por Mónica Calle na Casa Conveniente/Zona Não vigiada (2016); A co-criação e a interpretação no espetáculo FAKE! (Gaivotas 6 e Mala Voadora Porto 2017); O trabalho como intérprete no espectáculo de abertura do Alkantara Festival, Courbeaux de Bouchra Ouizguen (2018). Em 2019 integrou a IV edição do Laboratório de escrita para teatro promovido pelo TNDMII, onde escreveu o texto para teatro Pin my Places publicado pela editora Bicho do Mato no contexto das edições do TNDMII. No ano seguinte, o texto é encenado por Rui Horta numa coprodução entre o Espaço do Tempo e o TNDMII e apresentado publicamente em Outubro do mesmo ano. Foi uma das duas autoras portuguesas seleccionadas para integrar a École des Maîtres 2020, edição especial dedicada à dramaturgia, sob a direcção de Davide Carnevali. Paralelamente, continua a escrever teatro, contos e diários, dá aulas de expressão dramáticas a crianças e a jovens, é DJ e está agora em pós-produção do seu primeiro documentário. Integrou o IV Laboratório de Escrita para Teatro do TNDMII, onde escreveu Pin My Places, editado pela Bicho do Mato. Continua a escrever contos, argumentos e teatro.
Mariana Ferreira started her theatrical journey in Coimbra, at TEUC - Student Theater of the University of Coimbra - in 2007, where she stayed until 2012. In 2015 she completed the Degree in Theater - Actors - at the Escola Superior de Teatro e Cinema with the show Os Condenados, under the direction of Carlos Pessoa, at the National Theater D. Maria II. She worked with Bouchra Ouizguen, Rogério de Carvalho, Nuno Pino Custódio, Ricardo Correia, Ricardo Vaz Trindade, Monica Calle, among others, and also with the collective projects. In 2015, she directed her first show, Musgo e Urze, n 'Os Amigos do Minho. Highlights: The work as an actress in é possível respirar debaixo de água by Mário Coelho (Manteigaria, 2016); The integration of the cast of Rifar Meu Coração, directed by Mónica Calle at Casa Conveniente / Zona Não Vigiada (2016); Co-creation and interpretation in the show FAKE! (Gaivotas 6 and Mala Voadora Porto 2017); The work as an interpreter in the opening show of the Alkantara Festival, Courbeaux by Bouchra Ouizguen (2018). In 2019 she joined the IV edition of the Theater Writing Laboratory promoted by TNDMII, where she wrote the text for theater Pin my Places published by the publisher Bicho do Mato in the context of the TNDMII editions. The following year, the text was staged by Rui Horta in a co-production between Espaço do Tempo and TNDMII and publicly presented in October of the same year. She was one of the two Portuguese authors selected to be part of the École des Maîtres 2020, a special edition dedicated to dramaturgy, under the direction of Davide Carnevali. At the same time, she continues to write theater, short stories and diaries, gives dramatic expression classes to children and young people, is a DJ and is now in post-production of her first documentary. She joined the IV Laboratório de Escrita para Teatro by TNDMII, where she wrote Pin My Places, edited by Bicho do Mato. Continues to write short stories, arguments and theater.
Laboratório:
Laboratory:
Projeto
Home
Project
Home

A pesquisa de Home existe sob a premissa/questão “O que é um lar”, recolhendo uma amostra significativa e o mais diversa possível de testemunhos de imigrantes em Portugal, neste caso, em Coimbra.
A recolha de testemunhos consistirá em duas partes: conversa/entrevista sobre as causas da migração, contextos pré e pós movimentação e histórias pessoais; viagem aos antigos lares dos participantes, através das ferramentas digitais de mapeamento.
Sem reduzir lar a habitação, pretendo investigar o papel que a arte e a cultura tinham nas suas vidas. Proporcionar aos imigrantes a oportunidade de fruir arte e cultura enquanto espetadores, mas também a possibilidade de criar e produzir artisticamente, como exigência da democracia cultural. Será que algum destes imigrantes consegue existir artisticamente em Portugal? Se sim, como e em que contextos? Se não, porquê e que papel podem os artistas ter na sua inclusão?
Gostaria de estimular a presença de alguns dos imigrantes que participam na pesquisa, de variadas formas: corpo, vídeo, áudio, criações plásticas, etc. Somos todos fazedores de arte se tomarmos a decisão de o ser.
A dramaturgia será construída durante a criação e incluirá textos de memórias, reflexões e considerações, dando seguimento à pesquisa literária iniciada no projeto Pin My Places. Será desenhado um mapa que inclua os lares de cada um e os espaços culturais e artísticos que habitaram.

Home's research exists under the premise / question “What is a home”, collecting a significant sample, and the most diverse possible, of testimonies of immigrants in Portugal, in this case, in Coimbra.

The collection of testimonies will consist of two parts: conversation / interview about the causes of migration, pre and post movement contexts and personal stories; trip to the participants' old homes, through the digital mapping tools we have at our disposal.

Without reducing home to housing, aims to investigate the role that art and culture played in their lives. Providing immigrants with the opportunity to enjoy art and culture as spectators, but also the possibility of creating and producing artistically, as a requirement of cultural democracy. Do any of these immigrants manage to exist artistically in Portugal? If so, how and in what contexts? If not, why and what role can artists play in their inclusion?

Encourage the presence of some of the immigrants participating in the research, in various ways: body, video, audio, plastic creations, etc. We are all art makers if we make the decision to be.

The dramaturgy will be built during the creation and will include texts of memories, reflections and considerations, continuing the literary research initiated in the Pin My Places project. A map will be drawn that includes each other's homes and the cultural and artistic spaces that they inhabited.